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Um laser de silício híbrido: tecnologia de fotônicos de silício para a futura computação em escala Tera
Por Mario Paniccia, Victor Krutul, Richard Jones e John Bowers
 
Visão geral: primeiro laser de silício híbrido acionado por energia elétrica
 
Em 18 de setembro de 2006, a Intel e a Universidade da Califórnia, Santa Bárbara (UCSB), anunciaram a demonstração do primeiro laser de silício híbrido do mundo, acionado por eletricidade. Esse dispositivo integra com êxito as capacidades de emissão de raios luminosos de fosfeto de índio com as vantagens da rota luminosa e custo do silício. Os pesquisadores acreditam que com este desenvolvimento, os chips fotônicos de silício contendo dezenas ou até centenas de lasers de silício híbrido poderão ser construídos, algum dia, usando as técnicas padrão de produção de silício, de baixo custo e alto volume. Este desenvolvimento soluciona um dos últimos obstáculos à produção de chips fotônicos de silício, altamente integrados e de baixo custo, para uso dentro e ao redor de PCs, servidores e data centers.

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Uma tecnologia chave para permitir a comunicação óptica poderia ser a dos fotônicos de silícios — com o laser de silício híbrido desempenhando uma função central.

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Este artigo explica o funcionamento do laser de silício híbrido, como ele é um acionador importante para fotônicos de silício e como os chips fotônicos de silício integrados resultantes poderiam, algum dia, permitir a criação de “canalizações de dados” ópticas transmitindo terabits de informações. Essas conexões ópticas de terabits deverão atender aos requisitos de largura de banda e distância dos futuros servidores e data centers acionados por centenas de processadores.



Uma fonte luminosa de baixo custo, baseada em silício
 
A demonstração do primeiro laser de silício híbrido bombeado por eletricidade derruba um dos últimos obstáculos restantes dos fotônicos de silício integrados — ou seja, desenvolvendo uma fonte luminosa de baixo custo, baseada em silício. Anteriormente, para conduzir a luz do laser a um chip fotônico de silício, recorria-se a um dos dois métodos seguintes: acoplar e alinhar lasers individuais pré-fabricados diretamente a uma guia de onda de silício ou colocar uma fonte de laser externa de alta potência fora do chip e, em seguida, direcionar a luz para o chip de silício, por meio de fibra óptica. Os dois métodos são dispendiosos e não são práticos para a produção em massa.

Esse novo laser é chamado de “híbrido” porque combina dois materiais: silício e material baseado em fosfeto de índio. O material baseado em fosfeto de índio é um semicondutor composto, amplamente usado hoje em dia para produzir lasers para comunicação comercial.

 
 
Seções do artigo
 

 
 

 
Nesta Edição
História em destaque
 

Há dois aspectos principais nesse desenvolvimento:

  1. Um novo projeto que usa um material baseado em fosfeto de índio para a geração e amplificação da luz, ligado a uma guia de onda de silício, que forma a cavidade do laser e determina o desempenho do laser.
  2. Um processo de fabricação único, que gera uma “cola” que funde esses dois materiais. Essa camada de cola tem apenas 25 átomos de espessura.

Nesse processo, o wafer baseado em fosfeto de índio é ligado diretamente a um chip fotônico de silício pré-moldado. Essa ligação não precisa alinhar o material baseado em fosfeto de índio ao chip guia de onda de silício. Quando é aplicada tensão ao chip colado, a luz gerada do material baseado em fosfeto de índio se combina diretamente com a guia de onda de silício, criando um laser de silício híbrido.

Essa técnica de ligação pode ser executada no nível do wafer ou pastilha, dependendo da aplicação, e pode ser uma solução para a integração óptica em larga escala a uma plataforma de silício.

Visão geral sobre fotônicos de silício
 
Sílicio é o principal material usado atualmente na fabricação de semicondutores, devido às suas diversas propriedades convenientes. Por exemplo, o silício existe em grande abundância, é barato, fácil de lidar, e bem conhecido na indústria de semicondutores. A Intel, em particular, desenvolveu uma parte da mais avançada tecnologia de fabricação de silício atualmente disponível. Devido à nossa liderança nessa área, há muito tempo investimos em pesquisa para “siliconizar” outras tecnologias, como as comunicações ópticas. Este campo (conhecido como fotônicos de silício) destina-se a fornecer componentes de silício de baixo custo, que podem ser integrados para produzir produtos ópticos, que solucionam os reais problemas de comunicação dos consumidores.

O silício é um material muito útil para componentes fotônicos, devido a uma propriedade chave: é transparente nos comprimentos de ondas infravermelhas nas quais opera a comunicação óptica. Portanto, embora o silício seja opaco para o olho humano, é claro como o vidro para um laser operando a comprimentos de ondas infravermelhas.

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O silício é um material muito útil para componentes fotônicos, devido a uma propriedade chave: é transparente nos comprimentos de ondas infravermelhas nas quais opera a comunicação óptica.

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O anúncio do laser de silício híbrido1 conta com nossa pesquisa anterior, ou seja, a primeira demonstração de um laser de silício híbrido bombeado opticamente2 em 2005, e a primeira demonstração da operação de onda contínua, bombeada opticamente3 em 2006.

O anúncio também depende de outras realizações da Intel em nosso programa de pesquisa de longa data, para siliconizar fotônicos usando silício e processos de fabricação de silício. Em 2004, os pesquisadores da Intel foram os primeiros a demonstrar um modulador óptico baseado em silício, com uma largura de banda acima de 1 GHz. Em 2005, os pesquisadores demonstraram transmissões de dados a 10 Gbps, usando um modulador de silício. Também em 2005, os pesquisadores da Intel foram os primeiros a demonstrar que o silício poderia ser usado para amplificar o raio luminoso, e produziram um laser de onda contínua em um chip, com base no efeito Raman. Em 2006, os pesquisadores da Intel demonstraram um desempenho de nível internacional nos fotodetectores de silício-germânio.

O desafio do laser de silício
 
Um desafio importante para a comunidade de fotônicos de silício é uma limitação física básica do silício: em outras palavras, o silício não pode emitir luz, de modo eficiente. Embora consiga direcionar, modular e detectar a luz, o silício tem necessidade de uma fonte de luz externa para fornecer a luz inicial.

Geralmente, essas fontes de luz externas são lasers discretos e exigem um alinhamento cuidadoso com as guias de ondas de silício. O problema é que o alinhamento preciso é difícil e dispendioso. Até mesmo o desalinhamento submicrônico do laser com a guia de onda de silício pode tornar inútil o dispositivo fotônico resultante.

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Embora o silício seja opaco para o olho humano, é claro como o vidro para um laser operando a comprimentos de ondas infravermelhas.

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Uma antiga conquista nos fotônicos de silício foi a criação de uma fonte de laser que pode ser fabricada diretamente no chip fotônico de silício, em alto volume, e cuja luz emitida é automaticamente alinhada à guia de onda de silício.

Para solucionar este problema, a Intel fez uma parceria com o Professor John Bowers na UCSB, que tem mais de 25 anos de experiência trabalhando com materiais baseados em fosfeto de índio, lasers e outros materiais semicondutores compostos. Ele desenvolveu nos últimos anos diversos dispositivos fotônicos novos, inclusive lasers de altíssima velocidade, moduladores e fotodetectores. Além disso, eles os integrou a sistemas de transmissão avançados, a taxas de dados de até 160 Gbps. Paralelamente, ele vem desenvolvendo técnicas de ligação em wafer para otimizar o desempenho desses materiais.

O laser de silício híbrido
 
A Figura 1 é um corte transversal do laser de silício híbrido mostrando o material (na cor laranja) baseado em fosfeto de índio, que gera a luz do laser vinculada ao topo de uma guia de onda de silício (na cor cinza).

O substrato de silício, marcado na cor cinza na parte inferior da Figura 1, é a base sobre a qual outros itens são posicionados. Nesse substrato repousa a guia de onda de silício. Tanto o substrato quanto a guia de onda são fabricados por meio de processos padrão de fabricação de silício.

Figura 1. Esquema de corte transversal de um laser de silício híbrido.

Em seguida, o wafer de silício e o wafer baseado em fosfeto de índio são expostos a um plasma de oxigênio, que deixa uma fina camada de óxido em cada uma das duas superfícies, que atua como uma camada de cola. A camada de óxido tem apenas 25 átomos de espessura, embora seja suficientemente forte para combinar os dois materiais em um único componente

O plasma de oxigênio usado nessa camada é semelhante em conceito ao plasma utilizado nas lâmpadas fluorescentes e nas modernas telas de TV de plasma de alta definição. Plasma é um gás carregado eletricamente. Embora as lâmpadas fluorescentes sejam baseadas em plasma, oriundo dos gases neón ou argônio, o laser híbrido depende do plasma de oxigênio para revestir os componentes e ligá-los.

Quando o silício e o material baseado em fosfeto de índio são aquecidos e pressionados, as duas camadas de óxido se fundem.

Os contatos elétricos, mostrados em amarelo na Figura 1, são, então, padronizados no dispositivo. Quando é aplicada tensão nesses contatos, como mostra a Figura 2, os elétrons fluem dos contatos negativos para o contato positivo. Quando esses elétrons encontram orifícios na estrutura do semicondutor, eles emitem um fóton (uma partícula de luz). A possibilidade de gerar luz dessa maneira é uma propriedade do fosfeto de índio e de outros compostos (conhecidos como semicondutores de lacuna direta de banda). O silício é um emissor de luz deficiente porque gera calor em vez de luz, quando a eletricidade é aplicada — daí, a necessidade do material baseado em fosfeto de índio.

Como mostra a Figura 2, a luz gerada no material baseado em fosfeto de índio penetra, através da camada de cola, diretamente na guia de onda de silício abaixo, que funciona como a cavidade do laser para criar o laser de silício híbrido.

Figura 2. Quando a tensão é aplicada aos contatos, a corrente flui, e os elétrons (-) e os orifícios (+) se recombinam no centro e geram a luz.

O projeto das guias de onda de silício individuais é crítico para determinar o desempenho do laser de silício híbrido, e permitirá a construção de futuras versões para gerar comprimentos de ondas específicos.

Benefícios e possíveis aplicações
 
O principal benefício do laser de silício híbrido é o fato de que os componentes fotônicos de silício não precisam mais do alinhamento e acoplamento de lasers discretos para gerar luz para um chip fotônico de silício. Além disso, é possível criar dezenas e até centenas de lasers em uma única etapa de ligação. Isso tem várias vantagens:

  1. O laser é compacto, de modo a permitir a integração de vários lasers em um único chip. O primeiro laser de silício híbrido demonstrado tem apenas cerca de 800 micra de comprimento. As futuras gerações serão muito menores.
  2. Cada um desses lasers pode ter um comprimento de onda de saída diferente, ao modificar apenas as propriedades da guia de onda de silício, sem precisar alterar o material baseado em fosfeto de índio.
  3. Os materiais são ligados sem alinhamento e fabricados por meio de processos de fabricação em massa, de baixo custo.
  4. O laser tem facilidade de se integrar com outros dispositivos fotônicos de silício, para produzir chips fotônicos de silício altamente integrados. Um exemplo disso consta na Figura 3.

A Figura 3 ilustra a possível aparência de um proposto transceptor óptico integrado, de terabits. Ele consiste em uma fileira de pequenos lasers compactos de silício híbrido, cada qual gerando luz a laser com um comprimento de onda (cor) diferente. Esses diferentes comprimentos de onda são, então, direcionados para uma fileira de moduladores de silício de alta velocidade, que codificam os dados em cada um dos diferentes comprimentos de onda de laser. Um multiplexador óptico combinaria todos esses fluxos de dados individuais em uma única fibra de saída. Um dos benefícios da comunicação óptica é que todos esses sinais podem ser enviados simultaneamente através de uma fibra, sem interferência entre si. Se os 25 lasers de silício híbrido fossem integrados a 25 moduladores de silício, cada qual rodando a 40 Gbps, o resultado seria 1 terabit por segundo de dados ópticos sendo transmitidos de um único chip de silício integrado.

Figura 3. Conceito de um futuro transmissor óptico de silício integrado, de terabits.

Com esse transceptor fotônico de silício altamente integrado, é possível imaginar um mundo futuro em que a maioria dos dispositivos tecnológicos estejam equipados com conectividade óptica de alta largura de banda. Sejam servidores, desktops ou dispositivos cliente menores, todos os dispositivos terão acesso à largura de banda muito mais alta, a um custo mais baixo.

Um chip fotônico integrado, como o da Figura 3, deverá desempenhar um papel importante no Programa Intel® de Pesquisa de Computação em Escala Tera, que pretende alavancar o processamento multi-core, mantendo todos os núcleos do processador o mais ocupados possível. Devido à alta capacidade desses núcleo e aos planos para colocar dezenas a centenas de núcleos em um único chip no futuro, as demandas de dados serão substanciais. Conseqüentemente, os servidores em escala tera podem exigir algum dia a comunicação óptica para fornecer a largura de banda e os grandes volumes de dados necessários para processar com vários núcleos. Uma tecnologia chave para permitir a comunicação óptica poderia ser a dos fotônicos de silícios — com o laser de silício híbrido desempenho uma função central.

Resumo
 
A Intel continua ativamente seu trabalho de pesquisa de fotônicos de silício, na esperança de construir componentes ópticos menores, mais velozes e menos dispendiosos, que atendam ao objetivo das comunicações ópticas universais, de alto volume e baixo custo. O anúncio da UCSB e da Intel para a demonstração do primeiro laser de silício híbrido acionado por eletricidade é outro exemplo de progresso na direção desse objetivo abrangente. A colaboração da pesquisa conseguiu combinar com êxito as capacidades de emissão de raios luminosos de fosfeto de índio com as capacidades da rota luminosa do silício. Os pesquisadores acreditam que com este desenvolvimento, os chips fotônicos de silício contendo dezenas ou até centenas de lasers de silício híbrido poderão ser construídos, algum dia, usando as técnicas padrão de produção de silício, de baixo custo e alto volume. Este desenvolvimento soluciona um dos principais obstáculos à produção de chips fotônicos de silício, altamente integrados e de baixo custo, para uso dentro e ao redor de PCs, servidores e futuros data centers.

Mais info
 
Saiba mais nos seguintes sites da Intel na web:

Agradecimentos
 
Os autores gostariam de agradecer a Alex Fang, Hyundai Park e Oded Cohen pelas contribuições técnicas para o laser de silício híbrido, assim como a Kevin Teixeira, Manny Vara, Russ Hodgin e Sean Koehl pelas contribuições para este artigo e para a publicação técnica complementar. A UCSB e o Professor Bowers desejam agradecer a Dr. Jag Shah e à DARPA pelo patrocínio desta pesquisa.

Biografia do autor
 
Dr. Mario Paniccia é o diretor de Intel Photonics Technology Lab, onde comanda a equipe de pesquisa dedicada ao desenvolvimento dos componentes fotônicos baseados em silício para uso futuro nas comunicações corporativas e de data centers. Ele tem participado em diversas áreas da pesquisa e desenvolvimento de material óptico, em toda a sua carreira na Intel, trabalhando nos campos de teste de material óptico e depuração dos principais microprocessadores, interconexões ópticas e, ultimamente, em fotônicos. Paniccia entrou na Intel em 1995, trabalhando inicialmente no Grupo de Depuração de Silício, liderando um esforço para desenvolver uma tecnologia de teste óptico (chamada atualmente de Laser Voltage Probe) para uso em depuração de percurso de velocidade para microprocessadores empacotados em C4. Em 1998, Paniccia iniciou um novo esforço de exame de interconexões ópticas e marcação de tempo óptica e, mais adiante, em 1999/2000, participou de esforços estratégicos para colocar a Intel no negócio de comunicação óptica. Ele recebeu seu Diploma de Bacharel em Física pela Universidade Estadual de Nova Iorque, em Binghamton, e seu Ph.D. em Física pela Universidade de Purdue. Ele tem várias publicações nessas áreas e detém mais de 50 patentes nesse campo.
Victor Krutul é diretor de estratégia da tecnologia de fotônicos, no Intel Communications Technology Lab, dentro do Corporate Technology Group. Ele trabalha na Intel desde 1997, em diversas funções administrativas. Antes de entrar na Intel, ele trabalhou na Apple Computer, no Advanced Technology Center da ITT, e na empresa Bell Labs. Ele tem diplomas de B.S.E.E. e M.S.C.E., e conquistou seu M.B.A. pela Universidade da Califórnia, em Berkeley.
Richard Jones é um pesquisador sênior no Photonics Technology Lab do Corporate Technology Group da Intel. Seus interesses de pesquisa abrangem os componentes ópticos integrados e os bio-fotônicos. Ele recebeu seu Ph.D. em aplicação biomédica de lasers ultra velozes pela Imperial College, Universidade de Londres, em 1997.
John Bowers é um professor de engenharia elétrica e da computação, na Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara. Os interesses de pesquisa do Professor Bowers residem no desenvolvimento de novos dispositivos óptico-eletrônicos para a próxima geração de redes ópticas. Esses interesses englobam novos métodos de aumentar fios e pontos quânticos, usando MBE e MOCVD, técnicas para fundir materiais diferentes para novos dispositivos e para melhorar o desempenho, o projeto de estruturas de poços quânticos para a geração e detecção de luz de alta velocidade, e o projeto de sistemas e dispositivos multiplexados de divisão de tempo de alta velocidade. Antes de entrar na UCSB em 1987, o Professor Bowers trabalhou na AT&T Bell Laboratories, em lasers de semicondutores e fotodetetores. Você pode ler essa biografia completa, em www.engineering.ucsb.edu/faculty/profile/139Informações em Inglês.

1 “Silicon Evanescent Lasers and Amplifiers”, J. E. Bowers, Alexander W. Fang, Hyundai Park, Richard Jones, Oded Cohen e Mario J. Paniccia, 2006 IEEE/LEOS Group IV Photonics Conference, Otawa, Canadá, 13 a 15 de setembro de 2006.
2 “Hybrid silicon evanescent laser fabricated with a silicon waveguide and III-V offset quantum wells”, H. Park, A. W. Fang, S. Kodama e J. E. Bowers, Optical Express 13:9460–9464, novembro de 2005.
3 “A continuous wave hybrid AlGaInAs-silicon evanescent laser,” Alexander W. Fang, Hyundai Park, Richard Jones, Oded Cohen, Mario J. Paniccia e John E. Bowers, IEEE Photonics Technology Letters 18:1143–1145 (2006).

Todas as informações fornecidas relacionadas a produtos e planos futuros da Intel são preliminares e sujeitas a alterações a qualquer momento, sem aviso.

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